domingo, 21 de abril de 2013

DEPOIM Flavia Taboada Na terça fui levar Dudu pra escola,chegando la a diretora me chamou disse que era para eu aguardar que precisava falar comigo.Ai pensei la vem bomba.Fiquei aguardando,fomos pra sala dela,senta mãe temos problemas.bom por favor sem rodeios diz logo.Estamos com problema m consegui se adaptar com ele,vamos reduzir o horario dele (que era de 1h as 5h para de 1h as 3h ),não tem jeito né.Ai perguntei se eu ia ter que tira-lo da escola,ela me disse que não,que jamais faria isso que não seria justo fazer isso com ele.Ai ela me explicou que tanto a professora,a ajudante,o Dudu e a turma precisam se adaptar,que tanto a professora,e a adjunta nunca tinham trabalhado com autista.E que o Duu tb precisava pois estava ficando muito agitado,batendo,mordendo a professora.Esta muito preocupada,mais ao chegar a escola ontem ele saio correndo para abraçar a professora.Ela me disse que ela estava muito mais calmo e carinhoso,nosssa oi um alivio velo assim progredindo,na saida saiu pintainho de Ìndio estava lindo....Peço a Deus todos os dias por essas vitórias e por ter essa Diretora na Escola pois se fosse outra mandaria ele embora...... Obs:Penso eu o seguinte temos e queremos incluir nossos filhos,o governo fez leis de inclusão e tal....mais do que adianta se as escolas não tem suporte do governo,os professores não estão preparados para lidar com autistas,isso e uma vergonha uma palhaçada.è revoltante.Isso prejudica o AUTISTA,OS PROFESSORES E AS CRIANÇAS DITAS NORMAIS.ENTO DE UMA MAE DE AUTISTA
OREMOS PELOS AUTISTAS
SANTA VACA A santidade da mimosa é um dos preceitos da religião hindu. Textos sagrados, como os Vedas, compilados por volta de 1500 a.C., associam o animal à fertilidade e a divindades como Krishna, que teria sido pastor. O hinduísmo sofreu ainda a influência de outra crença, o jainismo, que prega o vegetarianismo e a não-violência. Assim, associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade. Para ter uma ideia do status da ruminante, ela é considerada mais "pura" que a casta mais elevada da sociedade indiana: os brâmanes (sacerdotes). Não à toa, na maioria dos estados indianos o abate desse animal é proibido e, para desespero de muitos guardas de trânsito, ela pode circular com desenvoltura pelas ruas sem ser incomodada. Mas a adoração da mimosa não é uma unanimidade na Índia. Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e mulçumanos, que não cultuam a vaca. Seja como for, todo mundo respeita o animal por lá, e, como você pode ver abaixo, até seus excrementos são usados em rituais! }:-]
AMIGOS,NO PROXIMO SABADO AS 14 HS TEREMOS A EXTREIA DO MEU NOVO PROGRAMA ''INFORME CULTURAL NA RADIO ACESA FM 87,5 CONTO COM SUA AUDIENCIA OK ?
EU TAMBEM PENSO ASSIM
EU AMO ESTA JUVENTUDE ABENÇOADA DO M B G DO AÇUDE
A DITADURA NO BRASIL MINHA HISTÓRIA PETER HO PENG, 64 A ditadura tentou apagar minha cidadania brasileira. E conseguiu, por muitos e muitos anos. Eu tinha 1 ano e 11 meses quando vim para o Brasil. A naturalização foi automática, era filho de pais naturalizados. Minha família sempre foi de Porto Alegre, uma das primeiras da colônia chinesa. Estudei engenharia química na Federal do Rio Grande do Sul e era ativista, fazia oposição [ao regime militar]. Da nossa direção do diretório acadêmico, quatro foram expulsos da universidade. O clima não era de falta de liberdade, mas de medo. Nas salas de aula havia espiões. Pais recomendavam que os alunos não entrassem no diretório. Mas nós mobilizávamos shows, reuniões dançantes, sessões de cinema. Enchíamos o centro acadêmico. Havia gente que pregava confronto mais direto com a ditadura. Isso não prevaleceu. O nosso trabalho sempre foi defender liberdades democráticas. Em 1971, fui sequestrado no Rio de Janeiro. Fui preso, torturado por mais de 60 dias no DOI-Codi e outros 60 dias no Dops do Rio. Fui transferido para Porto Alegre e permaneci detido sem ter uma acusação. Nunca fui julgado ou condenado. Consegui sair. Depois, em 1973, fui novamente sequestrado, junto com outros estudantes de engenharia. Desapareceram então com meus documentos. Na libertação, me deram uma carteira modelo 19 [documento dos estrangeiros à época]. Correspondências entre órgãos da repressão me caracterizavam como "chinês" e "apátrida". Havia a intenção de me expulsar do país. Estava sob vigilância constante. Resolvi me antecipar e sair do Brasil. Eu não tinha para onde ir. Poderia voltar para Hong Kong, mas minha cultura não é a chinesa. EXÍLIO Fui morar nos Estados Unidos. Meu visto de saída do país dizia: "Não dá direito de retorno ao Brasil". Foram mais de dez anos longe do Brasil. Quando houve a Lei da Anistia, em 1979, eu fiquei fora, porque era para brasileiros voltarem ao país. E eu não conseguia provar que era brasileiro. Com a abertura [do regime militar], nos anos 80, passei a visitar o Brasil a trabalho três ou quatro vezes por ano. Só voltei a ter residência no país em 2004. Era bastante trabalhoso para mim: a cada 90 dias, tinha que sair do Brasil para entrar de novo. Comecei a reivindicar cidadania por essa época, mas não descobria o caminho. Procurei meus documentos e eles tinham sido apagados: carteira de trabalho, de motorista, RG, tudo. Fiz contato com o [ativista] Jair Krischke e iniciamos um processo na Comissão da Anistia [do governo federal]. Levou um tempo. Como devolver uma cidadania que tinha sido apagada? Pesquisas em Porto Alegre apontavam que eu tive um RG, mas a pasta [do arquivo] estava vazia. Em abril do ano passado foi deliberado na comissão que eu deveria usufruir de todos os direitos de um brasileiro. Devido à dificuldade legal, demorou até agora, quase um ano, para eu poder retirar o RG. Exemplo de como é difícil reconstruir a democracia. Foi uma longa trajetória, mas é uma vitória. Aos 64 anos, vou fazer um título eleitoral pela primeira vez. Vou votar com gosto.