terça-feira, 30 de outubro de 2012

O CIRCO

ANESIO SILVA APRESENTA O CIRCO DO BININDITO GORONANTE armado em um lugar tranquilo do nosso bairro esta o Circo doBinindito Goronante Um bom publico aguarda a extreia do espetaculo que vai iniciar-se dentro de alguns instantes.E um pequeno circo de lona furada por onde penetram os ultimos raios de sol.da tarde No Centro do picadeiro Binindito Goronante,o mestre de cerimonias anuncia ''os artistas do espetaculo''O primeiro a ser anunciado e o Equilibrista Mane Varredor,que vestido como gari,tendo nas maos a sua gloriosa vassoura sauda o publico presente.Em seguida e a vez de Altino Anterms,aquele mesmo que matou o tamandua la do cruzeiro de Lima Duarte que e agora o atirado0r de facas que se apresenta ao lado da sua partner,a Maria Cumbaca,vestida com um macacao de couro todo cheio de franjas,a moda indigina,tendo a testa um fita vermelha.E uma bela jovem que e filha do atirador de facas. Completando o ''quarteto fantastico'' Ze Lagoa,o domador de feras.Terminada as apresentaçoes,os artistas retornam a seus camarins aguardando a chamada do Mestre de Serimonias que dara inicio ao espetaculo anciosamente aguardado por uma plateia nervosa. Ao centro do picadeiro vestido a carater,Binindito Goronante anuncia a primeira atraçao: _Sinhoras i Sinhores,u Circo du Binindito Goronante apresenta u inquilibrista Mane Varredo,qui vai anda im riba du arame. O artista sobe por uma plataforma e comessa a caminhar sobre o fio de arame,a cinco metros de altura.Pe ante pe,la vai ele se equilibrando com a sua vassoura,por um instante parece que ele vai cair,pois o arame comessa a balançar de um lado para outro.Ruflam os tambores e agora Mane Varredor tenta equilibrar a vassoura na ponta do queixo e o arame oscila perigosamente ameaçando o equilibrista de uma queda eminente e perigosa pois nao ha nenhuma rede de proteçao abaixo dele.,Terminada a travecia,ele retorna agora perigosamente de codtas e assim pe ante pe e com alguns sustos a plateia ve o artista retornar ao ponto de partida. O artista desce e se curva colhendo os aplausos,e em seguida vai para o seu camarim.O mestre de cerimonia anuncia a proxima atraçao e agora Altino Anterms ao lado de sua partiner surge no centro do picadeiro canbaleante e tomando um trago da meia garrafa de pinga que ele devolve ao bolço trazeiro da calça.Uma enorme roda de madeira e colocada no picadeiro e a jovem e amarrada a ela pelos pulsos um de cada lado por uma tira de couro e tendo as pernas afastadas e tambem atadas pela tira de couro.Os seus olhos sao vendados por uma fita negra Cambaleando Altino Anterms toma distancia e tira de um alforge de caçador uma faca,sorve mais um trago da garrafa e pondo a outra mao em pala sobre os olhos enquanto balança perigosamente e quase cai.A plateia ouve o rufar dos tambores e teme por uma tragedia encolhendo-se em seus lugares. Almenta o rufar dos tambores e ele lança a faca que vai se cravar poucos centimetros abaixo do braço da jovem. Rapidamente ele lança outra faca e esta se crava rente ao pescoço da jovem que se mantem impassivel enquanto a sua vida e colocada em risco de morte.Agora o artista senta-se no chao de costas para a sua assistente,sorve um longo trago da garrafa de pinga,limpa a boca com o dorço da mao,e uma venda e colocada em seus olhos cospe para o lado e se deita com a faca nas maos e lança a faca que descreve uma parabol e vai se cravar na madeira entre as pernas da jovem.Depois disso ele se levanta ainda cambaleante e corta com dificuldadeas tiras de couro que atavam a jovem a roda de madeira. O publico aplaude entusiasticamente,o casal colhe os aplausos e se retiram em seguida.O espetaculo continua e agora o Mestre de cerimonia anuncia ZeLagoa,o domador de feras. Ze Lagoa,com um tamburete em uma das maos e o chicote na outra estala o chicote e o urro das feras quebra o silencio.A plateia atonita e temerosa estranha o fato de nao haver nenhuma grade entre o picadeiro e o publico. Atraz da cortina a fera solta um urro pavoroso.Binindito Goronante avisa que se alguem quizer deixar o circo,o momento era agora e diz o seguinte: _Oia minha gente,este domado,u ze Lagoa ja ta mais trenado e num tem pirigomais sei la ,euo e qui num vo fica aqui por modi se cumido de omça. Algumas pessoas deixam apavoradas o circo e o domador brandindo o seu chicote grita com o animal que ainda dentro da jaula atraz da cortina solta urros horripilantes.Ze Lagoa conversa com o animal ainda dentro da jaula atraz das cortinas.Ve la hem,oia o chicote,num vai faze como aquele dia la em Lima Duarte quando pulou a cerca e atacou a plateia. Com o chicote na mao ele pucha uma grossa corda onde se supoe eChumbinho o outro palhaço baixo e meio gordostar amarrada a fera.Ele pucha a corda,o animal resiste e derrepente com um safanao,o domador cai de costas e la na ponta da corda um gatinho pequeno mia fragil e assustado.La no meio da plateia alguem grita: -Segura esta fera,se nao ela devora todos nos aqui.A gargalhada e geral. O ultimo ato e a apresentaçao dos palhaços Bacamarte e Chumbinho.Bacamarte,magro e muito alto com o nariz vermelho de palhaço e um sapato muito grande e bicudo,vestido com uma camisa do Flamengo,dicute com Chumbinho o outropalhaço baixo e gordo uzando uma camisa do Fluminense.Eles discutem sobre uma aposa que fizeram e o outro nao concorda com o resultado. Bacamarte interrompe a briga e pergunta as horas.Chumbinho entrega-lhe o relogio dizendo que nao sabe ver as horas.Nisso entra o magico com uma espingarda e pede o relogio ao palhaço,que responde: Ta maluco?quer roubar o meu SimaPatekOmega que e um relogoi rarissi ssi ssimo? O magico diz que e pra fazer uma magica e poe o relogio num envelope.Pega um martelo e bate no relogio,reduzindo o a cacos. Bacamarte abre a boca a chorar e o magico coloca os cacos do relogio na sua espingarda de carregar pela boca.Soca bem e entao Bacamarte toma a arma das maos do magico e atira no Chumbinho que cai ao chao. As luzes se apagam por um instante e quando acendem novamente,Chumbinho esta deitado ao lado do relogio.Bacamarte pega o relogio dochao e o coloca no pulso.Cumbinho se levanta e abraça o amigo. As luzes se apagam rapidamente e tornam a se acenderem enquanto Binindito Goronante encerra o espetaculo sob os aplausos. FIM

domingo, 28 de outubro de 2012

JUNIORES NA DECISAO

1 Na grande decisão Tamanho da letra Juniores empatam com o Fluminense em jogo eletrizante e garante vaga na final do OPG Dedé marcou o gol que garantiu a classificação para a final (Crédito:BFR) O Botafogo é o primeiro finalista do Torneio OPG de juniores 2012. Os comandados de Jair Ventura dependiam de apenas um empate para se classificar, e assim fizeram. Igualdade em 1 a 1 com o Fluminense, em partida realizada no Caio Martins. Em uma exibição de muita entrega e dedicação, o Botafogo foi coroado com o gol no minuto final, marcado pelo volante Dedé. Agora, o Fogão espera a definição do classificado do Grupo F, já que Flamengo e Bangu decidem a vaga na última rodada, em partida a ser realizada na Gávea. “Esse é o Botafogo que eu gosto”, a frase cantada pela alvinegra Beth Carvalho sintetizou perfeitamente a química deste grupo de juniores. O Glorioso teve pela frente o qualificado Fluminense, mas fez prevalecer o fator casa e deu mais uma alegria para a torcida presente no Caio Martins. Logo no início, Cidinho arriscou em duas oportunidades com apenas dois minutos de jogo. O Fluminense chegou pela primeira vez aos 17, mas não assustou o goleiro Andrey. Aos 23, Octavio cruzou para Sassá, que quase marcou de peixinho. A pressão seguiu, e aos 30, Gilberto cruzou para a área e Cidinho por pouco não chegou inteiro no lance. O tricolor de Xerém teve seu lance mais agudo na partida aos 43, mas o contra-ataque parou na defesa segura do goleiro Andrey. O Alvinegro iniciou a segunda etapa com fome de gol e Sassá, aos 2, recebeu em boas condições, mas encobriu a meta tricolor. O Fluminense seguiu vivo no jogo e viu a melhor chance da partida parar na sensacional defesa de Andrey, que como um gato evitou o prejuízo. Quando a partida encaminhava para o empate em 0 a 0 o Fluminense marcou seu gol em um chute de fora da área. Jair Ventura mexeu na equipe e colou Vitinho e Falque no lugar de Cidinho e Octavio respectivamente, funcionou. Aos 40, Falque ganhou dividida na entrada da área e bateu com muito perigo. A pressão alvinegra aumentou e o adversário sucumbiu diante da estrela de Dedé. Aos 48, o capitão aproveitou a sobra e da entrada da área acertou um chute de rara felicidade, 1 a 1. Ao final da partida, Dedé falou sobre a emoção de marcar o gol da classificação e se mostrou concentrado para a decisão. “Foi uma alegria imensa marcar o gol desta forma. Estou vivendo um bom momento na minha carreira no júnior, onde graças a Deus tenho conseguido ser efetivo nos momentos decisivos, fico feliz por ter ajudo a chegarmos à final. Conseguimos um resultado heroico, o que é a cara do Botafogo. Não fomos tão bem como em outros jogos, mas sem dúvida esse empate tem sabor de vitória” declarou Dedé, finalista do Torneio OPG. Botafogo: Andrey; Cazu, Kerlyson, Gilberto e Renan Lemos (Vinicius); Elber, Dedé, Gegê e Octavio (Falque); Cidinho (Vitinho) e Sassá Treinador: Jair Ventura

BININDITO GORONANTE VIZITA O INFERNO

BININDITO GORONANTE VAI AO INFERNO E DESCOBRE A. FONTE DA JUVENTUDE nosso amigo me contou isso e eu vou transcrever,a voces foi mais ou menos assim: _Pastori Anesio Sirva,aquela noiti inferna,euo num cunsegui drumi. Um calori dus infernu i uma pernelongada qui paricia inte uma murtidao di capeta biliscano i mordeno na genti..Euo quiria drumi,virava di um lado proutro i nada.Eita calorao da pesti,so. Munto brabu e adispois di bate munto na minha cara euo passei pru uma madorna e acordei assustadu i cum muntu medu. Antao euo mi vi num luga terrivi,so .Euo fui para nos quintos dus inferno.La nu infernu, u capetao,u tristonho,u cramunhao tava sentado num tronu di ondi eu sintia um fedo disgramadu di inchofri i ele cum seus dois chifrao di dois metro cada um ,ca mao num chicoti cheiu di ponte fininha batia nu lombo das arma penada qui improrava qui arguem moiasse a ponta du dedo na agua por modi mata a sedi queis sintia.Parecia inte qui era ingual uma pregaçao qui o pastori Anesio Sirva tinha feito istro dia. As pobri arma penada cramava a Deus i u trem ruim berrava: -Num mi fale deti nomi aqui qui euo sintu inte calafrio e gritava prus seus iscravus -Aumenta essse fogu ,almenta a pressao qui to sintindu frio i u fogo du inferno armentava inda mais. I us tormentu qui as arma penada sufria antao? Era uma gritaria dus diabu,palavrao brasfemia um pesadero so inquanto us capeta arrasteva as armas prum ralado grandao di arami infarpadu ondi eis era raladu di frenti,di costa i dus ladu i tudo raladu i isfoladu era jogadu drento duma maquinona grandi di mue carni i a carni muida era jogada num taxo grandao di olio frevendo ondi fritava inguali quibe i virava otra criatura. U tinhoso gritava: Oceis num quiria adiscubri a fonti da juvrentudi?oia ela ai.Quem saia du taxo freventi era tudo ingual,nun tinha home,nem muie,nem veio i nem criança.Tudo era iscravo por modi trabaia na pedrera di pedra fumeganti. Aqueli luga era um verdadero pandemoniu i as muie era violentada na frenti dus maridu idus fio,i as mocinha tomem,as criancinha era istuprada pelos capeta qui ria naquela orgia inferna. Us maridu brigava i agridia as muie dizeno qui era elas qui tinha feito eis i pru inferno i as muie avançava di dentada i unhada dizeno a mesma coisa.As criancinha era tomem muida na maquinona di mue carni i virava homi grandi adispois di sai du taxu di olio freventi. La na pedrera di pedra munto quenti era anssim: Os homi,i so tinha homi ali,as arma penada agora era tudo homi dibaixu do chicoti dus capeta tinha qui carrega na cacunda uma pedra munto grandi i quenti morro a baixo i si trupeçassi i a pedra rolassi machucanu quem tava imbaixu,tinha qui subi dinovo ca pedra na cacunda i cumessa tudu otra veis Nu infernu tinha tomem munto terremoto,raio i truvao qui armentava u sufrimentu das arma penada.Us firidu,dilaceradu pelas pedra qui rolava era jogado drentu maquinona di mue carni i du taxu di olio quenti i fritado dinovo. Euo num via u meu corpu,i pensava qui tomem ninguem tava mi vendu,mais um dus capeta mi viu i disse anssim: -AHa,oce ta ai ispianu num e?vo passa oce nu ralado,dispois na maquina di mue carne i ti frita nu taxo di olio frivendo feito quibe proce se tomem iscravu du cramunhao. Ah pasto Anesio Sirva,euo sai correno pelo infernu a fora i us diabinho atrais di mim ,pega qui num pega.Tropcei i bati ca cabeça numa pedra i acordei daqueli pezadero isfregando o zoio i cum munta do di cabeça.Curri pra geladera i bibi dois litro di agua di uma veizada so dispois fui pru chuveru i dexei a agua fria mi moia tudinho i dispois a muie i us meu fio tudo assustadu disse qui euo tinha gritadu muntu i caido da cama antao euo disse preis: Vamu ora minha genti qui eu tava la nos quinto dus infernu i num queru vorta pra la nem im sonho. Entao amigos ,eu acho que escrevi do modo que o Binindito Goronante me contou,mais tem uma coisa: LA E MUITO PIOR.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

SERA?

DIZEM QUE UMA ACEROLA EQUIVALE A UMA DUZIA DE LARANJAS. EU PREFIRO CHUPAR AS 12 LARANJAS

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

QUEM DISSE QUE O COALHADA NAO JOGA NADA? BRUNO MENDES QUE O DIGA 4 JOGOS,4 GOLS,E VEM MAIS POR AI FICHA TÉCNICA FIGUEIRENSE 0 X 2 BOTAFOGO Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC) Data/hora: 24/10/2012, às 22h (de Brasília) Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO) Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Pedro Martinelli Christino (PR) Cartões amarelos: Lucas (3'/1ºT); Túlio (18'/1ºT) Cartões vermelhos: nenhum Gols: Bruno Mendes, 14'/2ºT (0-1); Seedorf, 32'/2ºT (0-2) FIGUEIRENSE: Wilson; Elsinho, João Paulo (Gutti/3' 2ºT), Canuto e Hélder; Jackson, Túlio, Botti (Thiaguinho/15' 2ºT) e Ronny; Julio Cesar (William Potker/Intervalo)e Aloísio. Técnico: Márcio Goiano. BOTAFOGO: Jefferson; Lucas (Marcelo Mattos/41' 2ºT), Antônio Carlos, Dória e Lima; Gabriel, Jadson, Lodeiro (Fellype Gabriel/27' 2ºT), Seedorf e Andrezinho (Renato/36' 2ºT); Bruno Mendes. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A EXTREIA DE GARRINCHA

Um Gualicho estreia no Maracanã 2 de agosto de 1953 O domingo, 2 de agosto de 1953, registra a estreia de Garrincha no Maracanã. O Botafogo perdeu por 2 a 1 para o Fluminense, em partida tumultuada pela atuação ruim do árbitro Mário Vianna. Vinícius abriu o placar para o Alvinegro. Marinho igualou. A confusão começou depois que Quincas, em posição irregular, fez 2 a 1 para o Tricolor. E cresceu quando o juiz anulou o segundo gol do Botafogo, assinalado por Jayme. Nílton Santos esbravejou com Vianna e foi expulso, seguindo-se trocas de empurrões e ofensas entre os demais jogadores. Garrincha, ainda chamado de “Gualicho”, fez partida razoável, mas não evitou a derrota

O CAMPEAO DA HISTORIA

Acreditem: o Canto do Rio é o campeão! 5 de julho de 1953 O futebol e seus caprichos. O Canto do Rio surpreendeu e conquistou o Torneio Início do Campeonato Carioca. O time de Niterói eliminou os três primeiros adversários nos pênaltis, após empates por 0 a 0: São Cristóvão por 3 a 0, Flamengo por 1 a 0, Bangu por 2 a 1, e enfiou 3 a 0 no Vasco, na final, com gols de Haroldo (contra), Mílton e Jaime, após 80 minutos de jogo, dois tempos de 30 e prorrogação de 20. É necessário registrar que o Vasco, que decidiu o Rivadávia Correia Meyer no dia anterior, atuou com uma equipe mista. E, no entanto, acreditem: o Canto do Rio foi o lanterna do Campeonato Carioca de 1953.