sexta-feira, 8 de junho de 2018

GLORIA DO PASSADO Facebook Twitter Whatsapp Quarenta anos depois, Roberto Miranda, ex-atacante do Botafogo nas décadas de 1960-70, relembrou a goleada que a Seleção Brasileira, comandada pelo técnico alvinegro Zagallo, emplacou em cima da Argentina no Maracanã. Com oito jogadores titulares do Fogão, a Selefogo meteu 4 a 1 nos hermanos, com direito a gritos de olé nas arquibancadas e um repórter incrédulo com o espetáculo. – Era uma Seleção Brasileira com oito jogadores do Botafogo e outros três. Félix, do Fluminense, e Brito e Nado, do Vasco. Ganhamos de quatro deles. Os gols foram do Valtencir, Jairzinho e eu fiz dois. Demos olé neles um tempão com a bola no pé e a torcida gritava “olé”. Teve um cara da imprensa argentina que dizia “não é possível” – contou o tricampeão mundial em 1970, hoje com 73 anos, ao programa Fogo na Copa, da Botafogo TV (veja vídeo abaixo). SELEFOGO 4 x 1 ARGENTINA Data: 07/08/1968 Local: Rio de Janeiro, Maracanã Público: 39.375 espectadores Árbitro: Armando Marques Gols: Valtencir, Roberto Miranda, Roberto Miranda e Jairzinho (Brasil); Basile (Argentina) SELEFOGO: Félix, Moreira (Murilo), Brito, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto, Gérson e Paulo César; Nado, Roberto (Nei) e Jairzinho. Técnico: Mário Jorge Zagallo. ARGENTINA: Sanchez, Ostua, Perfumo, Basile e Malbernat; Solari (Savoy) e Rendo; Aguirre, Yazalde, Veglio (Minitti) e Más. Técnico: José Maria Minella.
OLIMPIADAS ESTUDANTIS Eh saudade matadeira, tempo bom que nao volta mais. Naquele tempo,eu estudava no antigo Colegio Paulo Monteiro Mendes e por ocasiao das olimpiadas estudantis, que eu participava ativamente,t8udom era uma festa. No dia dos jogos, todo os alunos eram convocados pra torcer pelo time do colegio isso para nos atletas era motivo de muito orgulho e o nosso time nao fazia feio, embora o time da Escola Tecnica Pandia Calogeras, fosse um verdadeiro papao de titulos,dado a sua estrutura. Havia ainda as equipes do Colegio Macedo Soares, do Instituto batista Americano, Da FEVRE ,do Colegio Manoel Marinho e outros menos votados, mas nem por isso deixavam de proporcionar grandes espetaculos. A galera aplaudia e torcia com fervor pelas suas equipes e as vezes as partidas terminavam em pancadaria, como foi o caso de uma seme final jogada no campo do Guarany Fc, hoje Estadio Raulino de Oliveira. Jogavamos contra a Escola Tecnica e venciamos a poderosa esquadra por hum a zero no primeiro tempo, quando ao atrazar uma bola para o nosso goleiro, a mesma se prendeu em uma poça de lama e o Baliza que era o artilheiro da Escola tecnica nao perdoou. Eu fiquei fora de mim e larguei a defeza e parti como um louco para tentar o empate. Nao e que eu consegui empatar o jogo apos uma cobrança de escanteio ? Quase ao fim da partida, o Bico que era o nosso craque, fez o segundo mas o juiz anulou e isso causou uma grande confusao e deu ate policia, pois a Guarda Municipal baixou o cacete. O jogo terminou e a Escola tecnica se classificou para a final contra o Macedo Soares e acabou levando o titulo. A Rede Globo dava total apoio as Olimpiadas estudantis na epoca . Tempo bom que nao volta mais.
HISTORIA DE PESCADOR NÃO SOU PESCADOR MAS GOSTO DE SUAS HISTORIAS. UM GRUPO DE PESCADORES ESTAVA REUNIDO ALI NAQUELA MESA EM UM BARZINHO A BEIRA DA ESTRADA. EM UMA MESA MAIS AFASTADA, EU OUVI QUANDO ELES CONTAVAM AS SUAS HISTORIAS E COMO GOSTO MUITO DE ESCREVER, RESOLVI REGISTRAR ESTA: O MAIS VELHO DO GRUPO, DEPOIS DE DAR UMA LONGA TRAGADA NO CIGARRO DE PALHA, TOMOU UM GOLE DE PINGA E MANDOU ESTA: -EU ESTAVA QUIETO LA NO MEU CANTO,E HA MUITO TEMPO, NAO SENTIA NENHUM PUCHAO NA MINHA LINHA. MAS EU SABIA QUE TARDAVA MAS NAO IA FALTAR UM PEIXINHO PRA LEVAR PRA CASA, COM CERTEZA. DERRE PENTE,UM PUCHAO E A LUTA DO BITELO POR SUA LIBERDADE , COMEÇOU: EU ME DIVERTIA, ORA DANDO LINHA, ORA RECOLHENDO E ASSIM MINANDO AOS POUCO A RESISTENCIA DO BRUTO, ATE QUE LA NO MEIO DO RIO A LINHA SE PRENDEU EM ALGUMA COISA E EU SEM DEMORA, APENAS COM UMA PEQUENA FAQUINHA ,ME ATIREI NAS AGUAS DAQUELE RIO. FOI FACIL SOLTAR A LINHA, MAS O PIOR ESTAVA POR VIR: LA DA MARGEM DIREITA DO RIO, UM ENORME JACARE MERGULHOU E VEIO EM MINHA DIREÇAO, MAS NAO FOI SO ISSO, LA DA OUTRA MARGEM,UM OUTRO TAMBEM VEIO SOBRE MIM. A LUTA FOI TERRIVEL, SOZINHO ALI CONTRA AQUELAS DUAS FERAS, TENDO APENAS A MINHA INSEPARAVEL FAQUINHA DE PICAR FUMO. O SANGUE TURVAVA AQUELAS AGUAS, MAS AFINAL, EXAUSTO, NADEI ATE A MARGEM,TRAZENDO AQUELE LINDO PIAL QUE SERIA O MEU TROFEL. EXAUSTO ME EXTIREI DE BRUÇO ALI NAQUELA PEQUENA PRAIA,FOI QUANDO AVISTEI UMA SOMBRA A MINHA FRENTE: VOCES ACREDITAM QUE ERA UM GIGANTESCO URSO POLAR ? O QUE E ISSO SEU PEDRO GRITARAM TODOS, ONDE JA SE VIU UM URSO POLAR AQUI NA BEIRA DE UM RIO? SEU PEDRO NAO SE PERTURBOU E CONTINUOU A HISTORIA: - SABE MINHA GENTE,EU ME LEVANTEI DE UM SALTO, AGARREI COM AS DUAS MAOS O ENORME URSO PELA BARBA E FALEI BAIXINHO OLHANDO DENTRO DOS SEUS OLHOS: -POSSO SABER O QUE O SENHOR ESTA FAZENDO AQUI NESTA HISTORIA ?
CHEIRO DE MATO (livro) Autor Anesio Silva V Redonda 20 de maio 2018 Capitulo 1 Lá naquela cidadezinha onde Judas perdeu as botas, toda a força policial se resumia apenas no Cabo Gardino e mais três soldados . O soldado Pé de chumbo, o soldado Aranha e o outro que se chamava Coreolano. Homens simples que cuidavam da segurança daquelas pessoas simples e ordeiras que viviam de cultivar a terra e criar pequenos animais como porcos, galinhas e algumas vaquinhas que os mais abastados possuiam. O lugarejo era apenas um pequeno povoado onde havia uma pequena igrejinha, onde o padre Serapião cuidava das almas, dando a eles o conforto espiritual e zelando pela moral e os bons costumes. O homem mais importante do lugar era o coronel Eleotério Fragoso, que ganhara a patente na Guarda nacional, como muitos coroneis na época do governo de Getúlio Vargas. O coronel tinha uma filosofia de vida muito interessante, diferente dos outros, sua filosofia era: "VIVAM E ME DEIXEM VIVER". E claro que tudo girava em torno da casa grande da fazenda. O coronel era, no caso, uma espécie de prefeito muito estimado pelos habitantes do lugar. Voltando ao Cabo Gardino e sua tropa, a cadeia do lugarejo estava sempre vazia e todos os dias, ao entardecer, o cabo, deixando um dos soldados de guarda na delegacia, saia para uma pequena ronda que sempre terminava na venda do Espanhol, onde o destacamento tomava uma pinguinha antes de se retirar para a delegacia ao fim do espediente. A rotina era simples e os peões entregavam-se ao labor diário na fazenda até o entardecer e só aos sábados desciam para o povoado para se divertirem e tomar aquela cachacinha que era produzida na propria fazenda do Coronel Eleoterio. Era nesta ocasião que muitas vezes a cadeia era ocupada e os presos ficavam na responsabilidade do Cabo Gardino e seus comandados. No dia seguinte, eram soltos não antes de levarem um sermão do padre Serapião que era sempre chamado a aconselhar aquelas pobres almas. Mas tinha uma coisa: Deixando a cadeia, todos assumiam logo as suas responsabilidades no trabalho lá na fazenda Santa Clara. Enquanto isso, o coronel todos os dias bem cedinho, cavalgava pela propriedade sempre acompanhado pelo capataz, o Julião, e mais dois peões. Em seguida, se recolhia para o almoço lá no alpendre da fazenda, onde almoçava com a familia e, às vezes, com algum convidado como o padre Serapiao por exemplo. Assim era a rotina daqueles homens rudes. Capítulo 2 Apesar de pacatos, os peões, às vezes, arrumavam confusões a ponto de quase haver alguma morte não fosse a autoridade do coronel, que intervia sempre apaziguando as questões ou, quando não, o cabo Gardino era chamado com o destacamento a fim de conduzir o valente a delegacia. Foi assim que naquela sexta feira, numa discussão por causa de uma porca vadia que entrou na horta do compadre Manoel, este foi tomar satisfações com o compadre Zelão. Os ânimos se exaltaram e Zelão, que era um peão muito alto e forte, deu um soco no rosto do compadre Manoel e este, de sopetão, puxou a faca e matou o adversário. Cabo Gardino foi chamado e levou preso o assassino e desde aquele dia, a pomba da paz voou daquele lugar. O compadre Zelão, que deixou mulher e dois filhos adolecentes, era muito estimado e o mesmo não se podia dizer do assassino que gozava de péssima reputação. Era mal empregado e devia a muitos outros peões. Além disso, vivia dizendo que qualquer dia ia dar um fim no compadre Zelão, que vivia a lhe cobrar sempre uma dívida que ele não concordava em pagar. O compadre Zelão, foi sepultado no pequenino cemitério que havia no lugar e todos, até o proprio coronel Eleotério, acompanhou o feretro, segurando uma das alças do caixão. Aquele povo ignorante até pensou em fazer justiça com as próprias mãos. Só não o fizeram graças ao empenho do coronel e do padre Serapião, que convenceram os revoltosos a deixar que a lei cumprisse o seu dever e o assassino fosse enviado à capital para ser julgado e cumprir a pena. O cabo Gardino e seu destacamento conduziram o preso até a estação de trem que os levou a capital, e lá o preso foi entregue ao delegado federal da capital. O cabo Gardino e seus homens retornaram logo para o vilarejo e a paz voltou a reinar. ....Será? Capítulo 3 Os dois adolecentes filhos do compadre Zelão pensavam em vingar a morte do pai e juraram, perante o cadáver do morto, a sua vingança. O filho do assassino, mais velho que os dois rapazes, já trabalhava com o coronel Eleotério como um dos seus peões e bom trabalhador, por sinal. O coronel chamou o empregado ao seu escritório e alertou o rapaz: - Olha aqui, Joaquim, eu lhe tenho muita estima e não fosse o longo tempo em que Julião é meu capataz, eu o colocaria na função, pois não gostaria de perder um jovem valoroso como você. _ Obrigado patrão. Eu sei da sua estima pela minha pessoa e também da péssima indole daqueles dois adolecentes, mas eu saberei me cuidar, se for o caso. O coronel Eleotério deu por encerrada a conversa e o rapaz retornou aos seus afazeres. Enquanto isso, lá na casa do falecido, os dois filhos conversavam com a mae na mesa de refeições : - Sabe Antônio - disse o mais novo ao outro que era apenas um ano mais velho - Aquele mardito pode esperar que ele vai pegar o dele. Na primeira oportunidade, mando ele pros quintos dos infernos! A mae, chorosa, disse aos meninos: _ Olha lá o que vocês vao fazer, eu nao quero ficar aqui no rancho sozinha, não! O outro respondeu: - Eu também nao vou deixar passar não. Aquele cara tem que morrer. A mãe respondeu: - Meus filhos, o coronel Eleotério gosta muito daquele rapaz e vocês serão os prejudicados. _Nao interessa se ele gosta ou não. Eu só sei que ele tem que morrer! Aquele sábado amanheceu radiante e todo mundo foi para o centro do arraial, pois era o mês de junho e era a festa de São João. O cabo Gardino e seus comandados vigiavam lá da cadeia, pois estavam sentindo algo no ar, um cheiro de morte, uma ameaça de tempestade. Fogos espocava e poluíam o ar puro daquelas paragens e o povo se divertia comendo e bebendo nas barraquinhas. A bandinha liderada pelo maestro Sabiá executava alguns dobrados e o povo circulava enquanto os jovens faziam ali o giro das paqueras em volta do palanque principal. Lá no palanque o prefeito discursava: - Meu povo querido, aproveitem a festa! Divirtam-se e esqueçam as mágoas. Hoje o dia e de alegria! Lá na delegacia, o cabo Gardino chama os homens: - Vamos dar uma volta lá no meio da festa. É hora de marcar a nossa presença. Os dois filhos do falecido, com cara de poucos amigos, se dirigiram a uma das barraquinhas, tomaram alguma bebida e em seguida puseram-se a seguir o fluxo de outros jovens que andavam despreocupados pela praça. Foi então que lá do outro lado surgiu o jovem Joaquim, acompanhado de uma linda moça e, assim que o jovem casal atravessou a praça, a tempestade desabou. Capítulo 4 Bento, o mais novo e mais afoito, armado com uma faca, investe contra Joaquim e este, muito mais forte, desvencilha-se do agressor, acerta-lhe um murro e o jovem cai sobre a faca, esta lhe cravando no peito. Joaquim, ferido no ombro, é levado pra delegacia pelo cabo Gardino. Lá na delegacia, o cabo Gardino discute com o coronel, que espontaneamente foi depor em favor do jovem e conseguiu provar que fora uma fatalidade a morte do Bento. E foi neste instante que Rosinha, a filha do coronel que há muito tempo amava secretamente o Joaquim, entrou apavorada na delegacia querendo ver o rapaz. Rosinha chorava muito e foi tranquilizada pelo pai que lhe disse: _ Calma minha filha! O Joaquim foi ferido no ombro mas não corre perigo de vida. Precisa apenas tratar o ferimento e logo estará em casa. No dia seguinte, lá na venda do Espanhol, o coronel Eleotério, que era também uma especie de juiz, decretou a inocência do preso dizendo, que apenas se defendeu e por pouco não morreu. Joaquim foi levado para a casa do coronel e lá ficou aos cuidados da Rosinha, que se mostrou muito boa enfermeira cuidando do rapaz. Antônio nao se conformou com a liberdade do preso e no dia seguinte ajuntou se com um bando de arruaceiros e jurou matar o Joaquim. Lá na venda do Espanhol, ele entrou com aqueles homens mal encarados e começaram a beber e fazer ameaças. _ Deixa estar, que a hora dele vai chegar... Lá na delegacia, o cabo Gardino resolveu prender os arruaceiros que tinham provocado uma briga lá na venda do Espanhol e estavam ameaçando o pobre Joaquim, que convalecia ainda do ferimento. Antônio e seus comparças começaram a praticar alguns assaltos pelo vale, roubando gado e pequenas propriedades. O cabo Gardino saiu em diligência e foi até uma gruta onde os bandidos estiveram escondidos,porém, já tinham ido embora. O cabo retornou para a delegacia e, a partir daquele dia, ele sabia que teria muito trabalho .Capitulo 5 Joaquim era bem cuidado por Rosinha que se revelou uma otima enfermeira e logo os dois jovens se deram conta que se amavam, e que o coronel fazia muito gosto pois grande era a sua adimiraçao pelo rapaz . Logo ficou restabelecido e passou a fazer grandes passeios com a sua amada ate que um dia, saindo da gruta onde os bandidos se escondiam, um lugar tranquilo, com um pequeno regato ao fundo.notou que o cavalo da moça mancava levemente. O rapaz desceu a moça do animal e foi verificar a ferradura do cavalo e notou ali uma pedra bem brilhante sob os raios do sol naquele fim de tarde. Era um pequeno diamante. O rapaz estava rico... Voltando a fazenda, participaram ao coronel a descoberta e ambos passaram a explorar a gruta e descobriram ali grande quantidade de diamantes. Joaquim entao foi a capital com o coronel e registraram a mina no nome do rapaz pois aquela gruta e aquele terreno nao pertencia a ninguem. O dia amanheceu frio e cinzento e um prenuncio de tempestade pairava no ar. La nos arredores do povoado, Antonio, o chefe do bando se reune aos comparças e traçam um plano para invadir a fazenda e vingar a morte do seu irmao. -E o seguinte pessoal,vamos chegar aos poucos la no povoado e quando todos estverem la, vamos invadir a fazenda e acabar com aquele gente. _Chefe, disse um dos bandidos: Aquele coronel ja ta velho e o diabo e aquele cabo Gardino que vive patrulhando o povoado com os seus soldados. -E, disse o chefe, mas a surpresa esta do nosso lado... Pouco a pouco os homens foram chegando e ao cabo de dois dias, os oito bandoleiros estavam no arraial. O ataque era eminente. A tempestade desabou naquela tarde quando os oito facinoras chegaram gritando e atirando. O coronel rapidamente organizou a defeza da fazenda com os seus empregados que correram a defender a casa prncipal e respondiam ao tiroteio, quando chegou o cabo Gardino e seus homens. Apanhados entre dois fogos, os meliantes foram presas faceis e tres deles morreram na refrega, os outros foram presos e levados a delegacia e logo embarcariam no trem para a capital onde seriam levados ao presidio, pois o coronel era homem de muito prestigio tambem na capital. Entre os presos estava o chefe do bando o Antonio. Joaquim que nas horas vagas praticava com o revolver, foi de grande ajuda, pois o rapaz era um valente e defendia o seu amor e o seu patrimonio. Capitulo 6 O noivado dos jovens aconteceu e foi uma grande festa na fazenda Santa Clara. O coronel era so felicidade, pois ha muito adimirava o rapaz, hoje seu futuro genrro. Vieram convidados de todo o territorio e ate da capital. Joaquim que antes morava no alojamento dos peoes,agora com o dinheiro da mina que ele explorava,construira uma bela casa, para onde pretendia levar a futura esposa. O arraial progredia a olhos vistos e logo passaria a categoria de cidade,ate ja fora escolhido o nome,:''Santa Clara do Sul''. A festa estava animada e ate um famoso violeiro veio abrilhantar a festa. Os casais dançavam no patio da fazenda sob a luz do luar, os homens bebiam e as mulheres, colocavam em dia as novidades. Tudo estava perfeito e logo o coronel pediu silencio e fez um pequeno discurso: -Meus amigos,e com imenso prazer que participo a voces, o noivado da minha filha Rosinha, com o jovem Joaquim, um jovem que des de ha muito tempo tenho por ele grande adimiraçao e e com gosto que entrego a ele a minha unica filha para que seja a sua esposa, para que eles continuem no futuro a obra que iniciei. O baile estava animado, pois ao famoso violeiro uniu se um acordionista e o povo rompeu em um tremendo aplauso quando os noivos foram para o meio do pessoal e se puseram a dançar. Em seguida foi a vez do proprio coronel, enlaçar a filha na proxima dança. O cabo Gardino e seus homens estavam presentes ,mas nada de anormal aconteceu, afinal todos que ali estavam, tinham um unico prposito: Homenagearos noivos. A festança terminou no dia seguinte e todos ficaram satisfeitos . Epilogo O casamento aconteceu dai a poucos meses e a festnça logicamente foi ainda maior do que a do noivado, mas antes disso, houve tambem , a emancipaçao da cidade, estava criada a cidade de Santa Clara do Sul, cujo prefeito era o proprio Joaquim, enquanto o antigo cabo Gardino era agora um delegado. O efetivo policial logicamente foi aumentado e a pomba da paz finalmente fez o seu ninho em Santa Clara do Sul. No ano seguinte Rosinha deu ao coronel, um casal de netos que era a paixao do velho fazendeiro e agora o prazer do velho era ficar la no aupendre da fazenda conversando com o prefeito e o cabo Gardino, relembrando do passado enquanto assistiam as travessuras do casal de netos. Assim terminamos esta bela historia FIM (V Redonda 5 de junho de 2018

segunda-feira, 4 de junho de 2018

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1762990693764710&set=a.218811348182660.54300.100001613889692&type=3
Jogo De Botão Brasileirão - Xalingo (Cód.24742785) Cor Única Tamanho Único Escolha uma loja abaixo e compre vendido por kids happy e entregue por americanas.com R$ 22,00
AGORA EM NOSSO BLOG, TEREMOS AS MENSAGENS DO MINISTERIO PE NA ESTRADA.